terça-feira, 28 de dezembro de 2010

minutos de frivolidade: XLIII





As mulheres e os homens
dão de gostar
dos rios
porque um rio
é a raiz
enésima
de n acasos
acumulados.

O leito, o som, o cheiro
são apenas
os sintomas
da enxurrada
de acidentes –
andrajos de fenômeno,
parangolés em monumento.

É de araque
Todo rio.

2 comentários:

Camolas disse...

Os rios , os mares e tudo o que flui.

no mundo da lu(a) disse...

Invadi teu blog e não pude deixar de comentar...
Belíssimas poesias e espetaculares as fotos.
Parabéns.
bjs.